Monster Wonderland
We do collide
Monday, 1 March 2010


Even the best fall down sometimes
Even the wrong words seem to rhyme
Out of the doubt that fills my mind
I somehow find you and I collide

I'm quiet you know
You make a first impression
I've found I'm scared to know
I'm always on your mind

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Eu sou randomness em pessoa
Thursday, 25 February 2010


Sabem aqueles dias em que vos apetece falar, explodir, deixar de ser racional e espirrar tudo o que pensam, tudo o que têm para dizer sem pensar nas consequências? Pois bem, isso acontece-me frequentemente mas nunca arranjo coragem para o fazer. É triste sendo que a frontalidade é uma característica que admiro em mim, e no entanto sinto que não posso e não devo dizer um certo número de coisas. Talvez por uma hierarquia social, talvez por uma educação que me obriga a ser muitas das vezes politicamente correcto.
É certo que seria morte social se gritasse tudo o que sinto e tudo o que penso para o mundo,  mas certo que também seria uma experiência libertadora e que teria muito menos necessidade de conviver e aplicar uma simpatia hipócrita a um conjunto de pessoas que não merece a minha atenção e dedicação que por uma razão ou por outra me é impingida.
Eu compreendo que o ser humano como ser racional e ser social que é tem que ter regras e tem que ter noção do que é aceitável e do que não é, mas por outro lado rendemos-nos a esse lado olvidando o nosso lado animalesco, o nosso lado bestial, que pode ser muito mais interessante, muito mais apelativo. Viver em sociedade não significa ceder a nossa natureza, ceder o nosso eu para que sejamos uma figura mais agradável e mais atraente. Ser-se único é bonito, o ser-se único é que nos torna especiais de uma forma ou de outra. É tão bom ouvir música de diferentes géneros, ver frutas com diferentes tamanhos, formas e cores, ver o amanhecer e o anoitecer, ver a ondulação que os dedos das mãos provocam quando chocam com a água nos riachos.
Acho que sou uma pessoa incompreensível, como todos de nós os somos. Todos temos direito ao nosso momento de randomness, à nossa dose de loucura e à nossa dose de melancolia. Faz parte do que somos como espécie, felizmente ou infelizmente, novamente, dependendo de como encaramos as situações.

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12:01 0 Comments
Harmonia
Monday, 22 February 2010


Ele foi assim, de forma sombria
por entre as ruas calcetadas.
Absorvendo toda a alegria
das casas velhas, esburacadas.

Casas com história, casas com brazão
onde vidas foram passadas
sem amor nem emoção,
mas onde a nobreza de nome
levou riqueza e educação.

O que restava delas à sua passagem sucumbia,
tremores e destruição,
como que em jeito de bruxaria
deixava na sua procissão.

O poder que encerrava
não a si o devia.
Sua avó que o tratava
avisou-o que nunca se rebaixaria.
Mesmo que a morte a levasse
o seu legado perduraria.

Com punho de aço o criou
para ser um homem duro, sem coração.
Mas a sua natureza não o abandonou
e o seu coração não petrificou.

Embora enclausurado e escurecido
o seu músculo soava,
uma luz no entorpecido,
uma alma penada.

E assim andou murchando tudo em quanto tocava
até que um dia o seu olhar vislumbrou
a sua razão, a sua amada
que o mudou e apaixonou,
quebrando o pranto que sentia
trazendo pela primeira vez, a harmonia.





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12:29 2 Comments
Era uma vez um homem
Friday, 19 February 2010


primeiro poema escrito em português

Era uma vez um homem que em tempos viveu
Era uma vez um homem que em tempos morreu
Por entre risos e choros lá passou
O amor da sua vida o abandonou

A bruma o cobriu
um véu de penumbra o engoliu
um riso forçado, um choro encarnado
um monstro criado, dentro de um berçário

Morreu muito antes do caixão
quando a vida lhe desproviu o coração
não foi uma escolha, foi um pesar
foi a certeza, do quão mal faz amar

A dor aguda, profunda, uma agulha
da sua alma se apoderou
porque um defeito lhe achou
o maior de todos, um mar de despojos

O defeito foi:
Ter acreditado num dois
um dois imaginado, um dois adorado
um dois amargurado, um dois amaldiçoado

Um dois para sempre
que acabou sem um ventre.
Acabou... simplesmente

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07:56 0 Comments
Tenho um grupo de amigos muito versátil
Friday, 12 February 2010


Pois é, segundo a Catarina o nosso grupo de amigos é muito versátil. Eu sou gay, o Zé é um cromo, a Catarina é uma encalhada, a Joana é uma loira arraçada de africana e a Aninhas é uma estiquelópisso alternativa.
A Aninhas, a Joana e a Catarina são amigas desde os três anos de idade e todas elas são amigas do Zé desde os seis, diz a Catarina que se conheceram na catequese.
Eu sou o membro mais novo do grupo. Conheço o Zé desde o nono ano quando as nossas turmas foram fundidas e a partir de então ficamos amigos.
Tudo começou com uma viagem a Londres no ano 
passado. Tinhamos conhecidos mútuos e uma coisa levou à outra. Passamos imenso tempo juntos lá, e para onde quer que fossemos iamos todos uns atrás uns dos outros. As idas a Camden Market, ao Starbucks, à Tower Of London... Saudades.
Quando voltamos de Londres não houve a separação que eu perspectivava, e que de uma forma ou de outra seria natural, houve sim uma aproximação ainda maior e uma amizade intensa que se formou.
Temos personalidades completamente diferentes e contrastantes. A Catarina é reservada, descontraída e perspicaz, o Zé é naive, tem um sentido de humor estranhíssimo e é extremamente inteligente (apesar de ser uma nulidade em cultura geral!),  a Aninhas é única e sendo única como é, é a baby doll do grupo, personalidade vincada e com um toquezinho de infantilidade, a Joana é a Joana, oscilações de humor, romântica incurável e uma mulher de armas, e coitadada, é uma nulidade a Inglês... Sobro eu. Mas não vou tecer comentários a mim, talvez depois deixe-os fazer um post sobre mim.
Amo-os verdadeiramente e não sei o que faria sem eles.

Imagem: (Eu, Joana, Zé)

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13:06 0 Comments
Porque recordar é viver
Monday, 8 February 2010


Este fim de semana, enquanto estava em Leiria e porque a minha prima mais nova me suplicou, fui arrastado para ver desenhos animados. Corri todos os canais desde Disney Channel até ao Canal Panda e posso dizer que os miúdos de hoje em dia são bombardeados com conteúdos sem qualquer significado ou utilidade. Quando era pequenino ficava vidrado ao televisor a ver desenhos animados como as Navegantes da Lua, Sakura: A Caçadora de Cartas, o Recreio, a Pepper-Ann... Desenhos animados que cativavam a minha imaginação e que me faziam querer viver num mundo diferente.
Sou um apaixonado por anime, exactamente devido a uma infância que fez com que a minha criatividade e imaginação vagueie. As histórias de mundos encantados onde tudo é possível, onde os cães voam, onde a magia reina, onde o bem predomina sobre o mal, onde a princesa encontra sempre um caminho para fugir do ser malévolo ocuparam imenso do meu tempo. Devo muito desse fascínio pelo fantástico ao meu primo mais velho que desde os meus três anos que me colocou uma mega drive à frente e me obrigou a jogar Street Fighter, Final Fantasy e Golden Axe, Lembro-me como se de ontem se tratasse dos serões a jogar Shining Force e Dragon Force na agora tão velhinha Sega Saturn. Ficava aterrorizado com o Bilan do Dark Savior e ainda hoje é tema de risadas quando mencionado. Até a coitada da minha avó se lembra da quantidade de vezes que corria para o seu colo com medo que o Bilan aparecesse.
Tenho saudades desses tempos mas foram grande parte da minha construção como pessoa e agradeço a todos os que fizeram parte da minha querida e perfeita infância.

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09:28 0 Comments
Uma nova estrela ocupa o nosso céu
Tuesday, 2 February 2010


Hoje o nosso Portugal chora a morte de uma das mais fantásticas e das mais belas escritoras e actrizes que alguma vez agraciaram a nossa cultura. Rosa Lobato Faria morreu  aos 77 anos de juventude, após não resistir a uma anemia grave. Apenas li uma obra sua "Os Linhos da Avó" e apaixonei-me essencialmente pela sua personalidade radiante. Era apaixonada tanto pela sua arte como pela sua família, tinha onze netos dos quais se pode destacar a cantora Mafalda Sachetti.
Não posso se não sentir-me comovido pelo sua perda, mas como artista que é a sua obra perdurará por muitos anos na nossa literatura. Uma mulher com M grande perece, uma escritora com M grande perdura.
Escritora de êxitos musicais como "Chamar a Música", "Água Fresca" e "Baunilha e Chocolate" deixa em mim uma saudade imensa.
Um dia gostaria de experiênciar um infinitésimo da sua genialidade e do seu espírito gracioso. Um Adeus sentido minha cara Rosa Lobato Faria.

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12:19 0 Comments
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❤ Rafael Braz.


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